terça-feira, 14 de abril de 2015

Helena Singer, assessora do Ministro da Educação pretende dar visibilidade a projetos radicais


Lembro uma vez na faculdade de pedagogia, há cerca de 11 anos, quando eu questionei a aplicabilidade das aulas de estatística em nosso curso (ainda mais da forma como era passada!). O professor de estatística me respondeu que é mais fácil o MEC contratar um estatístico do que um pedagogo.

Os números ligados à educação básica no Brasil melhoraram. Mais crianças estão na escola, as notas nas provas aumentaram, mais pessoas têm acesso à universidade. (vários destes indicadores são facilmente consultados no Portal do Inep.

Mas para aqueles que discutem qualidade de ensino estes números são questionados. As crianças são alfabetizadas de fato, sabendo interpretar o que lêem? Estamos formando pessoas críticas, pensantes, reflexivas, éticas, que valorizam a diversidade cultural e o respeito e à natureza?

Após anos de investimento nos números, será a vez de investimento na qualidade de ensino?

O novo ministro da educação Renato Janine Ribeiro já disse que vai priorizar educação básica. Helena Singer em sua equipe nos traz esperança não só de melhora, mas de transformação: “A inovação parcial, incremental, vem ganhando força, mas quero falar de experiências que radicalizem a forma de organizar o tempo, que trabalhem o espaço de modo totalmente diferente – como a de escolas que não estruturam mais o currículo em cima de aulas convencionais de 50 minutos nem 
usam carteiras enfileiradas de frente para a lousa”

Veja matéria veiculada pelo geekie que trata do assunto: 

http://info.geekie.com.br/assessora-de-ministro-quer-divulgar-inovacao-radical/?utm_content=13980706&utm_medium=social&utm_source=facebook

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